
No princ?pio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princ?pio com Deus. Todas as coisas foram feitas por interm?dio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; a luz resplandece nas trevas, e as trevas n?o prevaleceram contra ela. Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era Jo?o. Este veio como testemunha, a fim de dar testemunho da luz, para que todos cressem por meio dele. Ele n?o era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. Pois a verdadeira luz, que alumia a todo homem, estava chegando ao mundo. Estava ele no mundo, e o mundo foi feito por interm?dio dele, e o mundo n?o o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus n?o o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que cr?em no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; os quais n?o nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do var?o, mas de Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre n?s, cheio de gra?a e de verdade; e vimos a sua gl?ria, como a gl?ria do unig?nito do Pai. — Jo?o 1:1-14
A todos meus amigos, amigas e familiares, um feliz Natal. Que o esp?rito da data esteja vivo e presente na alma de todos, hoje e sempre.
Em busca do sil?ncio perdido
Em setembro passado comentei um epis?dio bizarro que me aconteceu. Um leitor disse, com admir?vel eleg?ncia e intelig?ncia, que eu deveria tentar modificar o modo como vejo a situa??o, ao ponto, talvez, de aceitar aquele estado de coisas.
Admito ter s?rias dificuldades para lidar com isso. E hoje, por exemplo, tento ouvir Bach de forma introspectiva, mas sou atordoado com o vizinho que insiste em praticar karaok? com as can??es dos Chilli Peppers. N?o vejo meios de modificar a rotina alheia — e nem me vejo com esse direito — mas ao mesmo tempo n?o me vejo na obriga??o de simplesmente me afastar dessa realidade. Uma atitude realmente aikido?stica (um outro modo de falar de harmonia) sugeriria o di?logo sincero e bondoso. Mas ?s vezes as pessoas n?o querem conversar, querem apenas praticar karaok?.
Se o isolamento e a retirada n?o funcionam, se a intera??o ? imposs?vel e se o calor n?o permite algod?o nos ouvidos, o que resta? Sugest?es ser?o novamente bem-vindas.
A Empulha??o Da Vinci

Depois de O Mundo de Sofia, que transformou a Filosofia numa brincadeira de pega-pega numa biblioteca, e de Quem mexeu no meu queijo? que transformou o desenvolvimento pessoal num joguinho de armar para retardados, eis que surge O C?digo Da Vinci e tenta conferir ? hist?ria do Cristianismo o mesmo teor que a revista de Caras acrescenta aos bo?ais que freq?entam a ilha hom?nima.
Que o livro esteja vendendo que nem ?gua, ? apenas um sintoma da cultura de mexerico que domina este pa?s. Para quem l? um livro desses, os ensinamentos de Jesus importam menos do que saber se ele levou ou n?o levou Maria Madalena para cama e se teve filhos com ela.
?s v?speras do Natal, eu preferia os CDs da Simone e do Roberto Carlos. Ao menos eles n?o profanavam o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo para vender seus badulaques.
O outro lado da campanha de desarmamento
Este ? o t?tulo do artigo que adicionei ao meu saite pessoal. O assunto apareceu neste blog uns dias atr?s. No artigo as id?ias do post est?o um pouquinho menos bagun?adas. Ou n?o.
9? Sinfonia de Beethoven

Faz poucas horas que sa? do Teatro Braz Cubas, em Santos, onde a Orquestra Sinf?nica Municipal executou pela primeira vez a 9? Sinfonia, Opus 125, “Coral”, de Beethoven.
Eu sei muito pouco sobre religi?o e espiritualidade. S? sei que Deus estava l? nesta noite. Na d?vida, ou?a com aten??o e carinho o Finale e os versos da Ode ? Alegria, de Friedrich von Schiller:
Ahnest du den Sch?pfer, Welt?
Such’ ihn ?berm Sternenzelt!
?ber Sternen muss er wohnen.
? mundo, anseias por teu Construtor?
Procura-o acima das estrelas.
Pois a? est? Sua morada.
Palavras de um mestre

“Bud? n?o significa derrotar o advers?rio pela for?a e nem ? um modo de conduzir o mundo a destrui??o pelas armas. Seguir o verdadeiro bud? ? aceitar o esp?rito do universo, manter a paz na terra e produzir, proteger e cultivar corretamente todos os entes da natureza.” — Morihei Ueshiba, fundador do Aikido
Desarmamento
H? na campanha de desarmamento um aspecto importante que n?o tem sido observado.
Trata-se da origem das armas entregues ?s autoridades: armas usadas para defesa pessoal e de forma totalmente l?cita n?o precisariam ser entregues ? pol?cia; armas usadas em crimes s?o entregues sem que se fa?a uma ?nica pergunta, sem que se verifiquem suas origens e seus propriet?rios (criminosos), que s?o pagos com dinheiro p?blico por esse gesto.
No primeiro caso — armas usadas para a defesa pr?pria –, a campanha deixa indefesa uma popula??o que em muitos casos s? pode contar com a prote??o divina.
No segundo caso — armas usadas em crimes –, a campanha remunera bandidos que provavelmente encontrar?o outras armas e outros meios para continuar cometendo crimes, pois seria loucura supor que a simples doa??o de uma arma eliminaria consigo a tend?ncia criminosa de seu portador.

dezembro 23, 2004