“O que se deve fazer quando consertamos uma motocicleta, como em qualquer outra tarefa, ? cultivar a paz de esp?rito que n?o nos separa do que est? ao nosso redor. Quando fazemos isso com sucesso, ent?o tudo o mais transcorre naturalmente. Paz de esp?rito produz valores corretos, valores corretos produzem pensamentos corretos. Pensamentos corretos produzem a??es corretas e a??es corretas produzem obras que ser?o objeto de reflex?o para que outras pessoas vejam a serenidade que h? no centro de todas essas coisas.” — Robert Pirsig, em Zen e a arte da manuten??o das motocicletas.
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A todos, um ?timo Carnaval.

Eu s? conhe?o um Bono que presta. E olhe l

Botero ? aquele artista que pinta pessoas gordinhas e que disse num document?rio sobre sua vida: “N?o devo nada ? realidade”. Percebe-se.

Por falar em ir para o beleléu, digo, para o espaço, o astronauta brasileiro pretende levar experimentos brasileiros em sua viagem. São eles: pamonhas de Piracicaba, fitas de Nosso Senhor do Bonfim, um par de havaianas, um engove e uma garrafa de 51, um motor de Brasília (retificado três vezes) e um CD do Arnaldo Antunes.
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É puro marketing (alguém duvidava?) e custou US$10 milhões. Sinceramente, eu prefiro o mensalão.
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O astronauta Marcos Pontes já morreu duas vezes.
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O primeiro produto da grife já está saindo do forno.

Sabe de quem foi a id?ia de mandar um brasileiro para o espa?o? Do Shinyashiki. Aposto.
Frase estampada na capa do JB de hoje — declara??o de uma moradora, a respeito da guerra do tr?fico na favela da Rocinha e arredores:
“N?o d? para explicar o sentimento: ? uma mistura de inseguran?a, medo, ang?stia. S? penso na minha filha nessa hora. N?o vamos nos mudar porque gostamos do Rio.”
Bem, isto ? Rio de Janeiro. Voc? gosta?
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Ali?s, algu?m lembrou de perguntar por que raios o ex?rcito ainda n?o deu as caras? Precisa ser estrangeiro para abalar a soberania nacional? Algu?m acha que o prefeito e a governadora s?o soberanos sobre a cidade do Rio de Janeiro?

fevereiro 24, 2006
