fevereiro 28, 2007

Uma verdade conveniente

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Lew Rokwell lembra-nos de uma verdade conveniente a respeito de Al Gore, idealizador do documentário que venceu o Oscar da categoria este ano:

His mansion uses more than 20 times the amount of electricity as the national average, sometimes using as much in 1 month as the average family uses in 2 years. Furthermore, energy consumption actually increased after the release of his “documentary” (which resembles a real documentary on global climates about as much as Green Acres resembles a documentary on farm livin’).

O blog Dissidência complementa a nota de Rockwell:

Gore paga em média 1.359,00 dólares de conta de luz por mês. Isso sem contar os gastos de mais de 1080 dólares com gás de cozinha e calefação.(Como se sabe, nos EUA, a geração de energia é em grande parte feita por usinas termoelétricas, bastante poluentes). Isto, claro, considerando que o consumo de energia percapita dos americanos é bem maior que a média mundial.

(via Geografia Conservadora)

fevereiro 28, 2007

Trocando de roupa

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Como vocês podem notar, este site mudou novamente. Eu avisei que isso ia acontecer:

Não é impossí­vel que o tema mude novamente nos próximos meses; modificar o layout de meu saite é um de meus hobbies e eu só não o fiz mais vezes porque sei que muitos internautas gostam de identidade visual. Mas pode acontecer.

(Eu escrevi isso há apenas dois meses)

A mudança não foi apenas visual. Nos bastidores deste site as coisas ficaram mais fáceis, acreditem. O novo tema tem funções novas. Para vocês terem uma idéia, quase todas as listas que aparecem na página principal deste site podem ser adicionadas, excluídas ou movidas com o procedimento besta-de-tão-fácil que consiste em clicar e arrastar. Assim até eu viro webmaster.

Mas é claro que eu gostaria de ter a opinião de vocês.

PS.: Sim, a imagem do topo vai retornar. É uma das rebarbas que ainda preciso resolver.

O fim da temporada normalmente é utilizado por empresários e comerciantes de Ilhabela para fazer balanços, para férias de funcionários, para colocar a casa em ordem, para observar erros e acertos. É um momento de reduzir a velocidade e respirar, buscando o tempo e a disposição necessários para planejar, talvez ampliar os negócios ou ajustar a direção para os próximos feriados e temporadas. A economia de Ilhabela oscila todos os anos entre o ritmo frenético de atender turbas de turistas e Leia na íntegra >>

fevereiro 25, 2007

Música para o domingo

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Andy McKee tocando Rylynn. E se você não sabe o que é uma harp guitar, veja McKee tocando Into the Ocean e saiba o que é.

– Na linha “vídeos caseiros”, um violonista amador interpreta o allegro molto da sonata para violino nº3 de Bach, BWV 1005 (eu disse “amador”?). A princípio estranhei o uso do violão folk (diferentemente do violão clássico, o violão folk só tem cordas de metal), mas Bach é sempre Bach e a interpretação é impecável.

– Por falar em Bach, eis a Toccata e fuga em ré maior de Bach, BWV 565, em sua versão original para órgão. Não espere ver Quasimodo tocando isso numa obscura Catedral de Notre Dame.

Sviatoslav Richter, um dos grandes pianistas do séc. XX, interpreta a Toccata de Schumann. Remédio para preguiça. Dizem os biógrafos que Schumann morreu louco; deve ter sido logo depois de compor esta obra.

Jitterboogie, de Michael Hedges, um dos grandes músicos americanos do final do séc.XX. O vídeo foi gravado ao vivo, por isso imagem e som estão um pouco ruins, mas a sonoridade do violão de Hedges sempre impressiona. Veja e ouça também Aerial Boundaries; aliás, o que é que tem naquele incenso?

Duo Assad interpreta o Tango Suite, de Astro Piazzolla. A primeira parte é lenta e taciturna. A segunda parte é virtuosística e nervosa. Uma das melhores obras de Piazzolla.

Fantasia X, de Alonso Mudarra, com David Russel ao violão. Alonso Mudarra, compositor espanhol do séc. XVI, foi um dos pioneiros da tradição do violão em seu país. Fantasia X é uma peça breve, delicada e harmoniosa, de sonoridade brilhante — que eu não canso de ouvir.

– Herbert von Karajan rege a Filarmônica de Berlim com Anne Sophie-Mutter ao violino na interpretação do presto do Verão das Quatro Estações de Vivaldi. Para um domingo quente como este, nada mais adequado…

fevereiro 24, 2007

Apocalipse

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Bons tempos em que xiita era apenas a maacaca do Taarzan.

fevereiro 23, 2007

Uma bosta como outra qualquer

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Eu acompanho com alguma freqüência o portal de notícias da Globo, o G1. Hoje me deparei com a seguinte enquete:

O “Socialismo do Século XXI” proposto por Hugo Chávez vai funcionar?
[ ] Sim. Acredito que é possível uma alternativa ao capitalismo.
[ ] Não. Essa teoria baseada no amor ao próximo não se sustenta na vida real.

O que impressiona não é a parvoíce da enquete, esse lance de “teoria baseada no amor ao próximo”, a mentira descarada, a vigarice, a enquete que tem dois “sim” como opção. O que impressiona é que o Hugo Chávez a quem essa enquete pretendeu homenagear é o mesmo idiota que sugeriu que o jornal O Globo (outro braço jornalístico das Organizações Globo, às quais o G1 pertence) deveria ser censurado. Pensando bem, talvez seja uma boa idéia.

Mas não pára por aí. O G1 foi além para provar que o jornalismo brasileiro é uma bosta socialista como outra qualquer.

Para quem ainda tinha dúvidas, o G1 explicou o que é o socialismo maravilhoso de Hugo Chávez, num divertido, animado e colorido infográfico. Observe a associação da imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo à causa socialista, ao lado de crápulas como Guevara e Chávez.

Tenha engoves à mão.

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