
Lew Rokwell lembra-nos de uma verdade conveniente a respeito de Al Gore, idealizador do documentário que venceu o Oscar da categoria este ano:
His mansion uses more than 20 times the amount of electricity as the national average, sometimes using as much in 1 month as the average family uses in 2 years. Furthermore, energy consumption actually increased after the release of his “documentary” (which resembles a real documentary on global climates about as much as Green Acres resembles a documentary on farm livin’).
O blog Dissidência complementa a nota de Rockwell:
Gore paga em média 1.359,00 dólares de conta de luz por mês. Isso sem contar os gastos de mais de 1080 dólares com gás de cozinha e calefação.(Como se sabe, nos EUA, a geração de energia é em grande parte feita por usinas termoelétricas, bastante poluentes). Isto, claro, considerando que o consumo de energia percapita dos americanos é bem maior que a média mundial.
(via Geografia Conservadora)

Como vocês podem notar, este site mudou novamente. Eu avisei que isso ia acontecer:
Não é impossível que o tema mude novamente nos próximos meses; modificar o layout de meu saite é um de meus hobbies e eu só não o fiz mais vezes porque sei que muitos internautas gostam de identidade visual. Mas pode acontecer.
(Eu escrevi isso há apenas dois meses)
A mudança não foi apenas visual. Nos bastidores deste site as coisas ficaram mais fáceis, acreditem. O novo tema tem funções novas. Para vocês terem uma idéia, quase todas as listas que aparecem na página principal deste site podem ser adicionadas, excluídas ou movidas com o procedimento besta-de-tão-fácil que consiste em clicar e arrastar. Assim até eu viro webmaster.
Mas é claro que eu gostaria de ter a opinião de vocês.
PS.: Sim, a imagem do topo vai retornar. É uma das rebarbas que ainda preciso resolver.
fevereiro 27, 2007
A vitória do junk tourism
Arquivado em eco-lógica, ilhabela, longa-metragem | 1 comentário

O fim da temporada normalmente é utilizado por empresários e comerciantes de Ilhabela para fazer balanços, para férias de funcionários, para colocar a casa em ordem, para observar erros e acertos. É um momento de reduzir a velocidade e respirar, buscando o tempo e a disposição necessários para planejar, talvez ampliar os negócios ou ajustar a direção para os próximos feriados e temporadas. A economia de Ilhabela oscila todos os anos entre o ritmo frenético de atender turbas de turistas e Leia na íntegra >>

– Andy McKee tocando Rylynn. E se você não sabe o que é uma harp guitar, veja McKee tocando Into the Ocean e saiba o que é.
– Na linha “vídeos caseiros”, um violonista amador interpreta o allegro molto da sonata para violino nº3 de Bach, BWV 1005 (eu disse “amador”?). A princípio estranhei o uso do violão folk (diferentemente do violão clássico, o violão folk só tem cordas de metal), mas Bach é sempre Bach e a interpretação é impecável.
– Por falar em Bach, eis a Toccata e fuga em ré maior de Bach, BWV 565, em sua versão original para órgão. Não espere ver Quasimodo tocando isso numa obscura Catedral de Notre Dame.
– Sviatoslav Richter, um dos grandes pianistas do séc. XX, interpreta a Toccata de Schumann. Remédio para preguiça. Dizem os biógrafos que Schumann morreu louco; deve ter sido logo depois de compor esta obra.
– Jitterboogie, de Michael Hedges, um dos grandes músicos americanos do final do séc.XX. O vídeo foi gravado ao vivo, por isso imagem e som estão um pouco ruins, mas a sonoridade do violão de Hedges sempre impressiona. Veja e ouça também Aerial Boundaries; aliás, o que é que tem naquele incenso?
– Duo Assad interpreta o Tango Suite, de Astro Piazzolla. A primeira parte é lenta e taciturna. A segunda parte é virtuosística e nervosa. Uma das melhores obras de Piazzolla.
– Fantasia X, de Alonso Mudarra, com David Russel ao violão. Alonso Mudarra, compositor espanhol do séc. XVI, foi um dos pioneiros da tradição do violão em seu país. Fantasia X é uma peça breve, delicada e harmoniosa, de sonoridade brilhante — que eu não canso de ouvir.
– Herbert von Karajan rege a Filarmônica de Berlim com Anne Sophie-Mutter ao violino na interpretação do presto do Verão das Quatro Estações de Vivaldi. Para um domingo quente como este, nada mais adequado…

Bons tempos em que xiita era apenas a maacaca do Taarzan.
Eu acompanho com alguma freqüência o portal de notícias da Globo, o G1. Hoje me deparei com a seguinte enquete:
O “Socialismo do Século XXI” proposto por Hugo Chávez vai funcionar?
[ ] Sim. Acredito que é possível uma alternativa ao capitalismo.
[ ] Não. Essa teoria baseada no amor ao próximo não se sustenta na vida real.
O que impressiona não é a parvoíce da enquete, esse lance de “teoria baseada no amor ao próximo”, a mentira descarada, a vigarice, a enquete que tem dois “sim” como opção. O que impressiona é que o Hugo Chávez a quem essa enquete pretendeu homenagear é o mesmo idiota que sugeriu que o jornal O Globo (outro braço jornalístico das Organizações Globo, às quais o G1 pertence) deveria ser censurado. Pensando bem, talvez seja uma boa idéia.
Mas não pára por aí. O G1 foi além para provar que o jornalismo brasileiro é uma bosta socialista como outra qualquer.
Para quem ainda tinha dúvidas, o G1 explicou o que é o socialismo maravilhoso de Hugo Chávez, num divertido, animado e colorido infográfico. Observe a associação da imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo à causa socialista, ao lado de crápulas como Guevara e Chávez.
Tenha engoves à mão.
