Mars is being hit by rapid climate change and it is happening so fast that the red planet could lose its southern ice cap, writes Jonathan Leake. Scientists from Nasa say that Mars has warmed by about 0.5C since the 1970s. This is similar to the warming experienced on Earth over approximately the same period.

Conforme matéria publicada no Times.

Culpa do Bush marciano? Marte não assinou o protocolo de Kyoto? Os marcianos precisam reduzir as emissões de gases-estufa? O que vão inventar desta vez?

(Lido primeiro no blog Nadando contra a Maré Vermelha)

abril 29, 2007

Punir educa

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Um dos aspectos mais importantes da questão da criminalidade é a educação. Existe um consenso a respeito da ligação entre as duas coisas.

A educação tem sido usada como plataforma de governo e legislatura de diversos políticos. Recentemente a educação foi adotada pelo presidente do Brasil como uma de suas bandeiras. Todos os dirigentes, em diversos níveis, mostram-se dispostos a trabalhar no sentido de melhorar o nível da educação neste país. Entende-se que disto dependem diversos setores de um país. Não existe ciência e tecnologia sem educação. Não existe indústria e agricultura sem educação. Não existe cultura de qualidade sem educação. Não existe organização da sociedade sem educação. Você faz algo bom hoje porque passou um tempo de sua vida estudando e aprendendo e porque afinal aprendeu o que é bom. Leia na íntegra >>

Mstislav Rostropovich morreu nesta sexta-feira, 27 de abril de 2007. Rostropovich era para o violoncelo o que Segovia era para o violão ou Horowitz para o piano — comparação que talvez não seja suficiente para expressar a grandeza do mestre, dentro e fora dos palcos. Aqui você pode ver o grande mestre russo interpretando o majestoso concerto para violoncelo de Anton Dvorak.

abril 28, 2007

Violência e criminalidade

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Trecho de uma discussão sobre um tema que considero fundamental. Acréscimos e comentários serão muito bem-vindos.

A violência cresce porque há dois processo graves em andamento: de um lado a organização do crime, de outro lado a desorganização da sociedade.

O poder da sociedade — se um dia ela o teve — estava em sua capacidade de se organizar, ainda que apenas para combater males comuns. Há inúmeros relatos de que esse é o principal valor dos países que “deram certo”. Nos EUA, o senso de comunidade, a despeito de qualquer individualismo que possa ser usado como acusação àquele país. No Japão, é emblemática a união das pessoas durante tragédias naturais, como tempestades e terremotos; a despeito da forte influência do ocidente, a tradição ainda é algo fortí­ssimo por lá, a vontade de preservar isso também é um fator de união e organização.

Criminosos adquiriram poder quando começaram a se organizar. Complementarmente, o Estado tem sido cada vez menos eficiente ao garantir os direitos mí­nimos e a sociedade se tornou cada vez mais desorganizada.

Apenas um exemplo banal, mas que explica algumas coisas.

Uma das conseqüências do aumento da violência nas cidades foi a fortificação das residências. Muitas casas hoje têm muros altos. Uns meses atrás uma reportagem mostrou que bandidos preferem justamente estas àquelas que têm apenas gradis ou muros baixos, justamente porque no primeiro caso a visão desde a rua é totalmente impedida. Decerto os muros altos dificultam um tipo especí­fico de invasão de domicí­lio (vencer barreiras verticais), mas apenas um. E, uma vez lá dentro, o bandido terá toda liberdade para agir sem ser incomodado.

Uma leitura fundamental para entender esse processo é Bandidos e Letrados, de Olavo de Carvalho.

abril 26, 2007

O próximo esporte olímpico

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Em breve, num estádio perto de você.

abril 25, 2007

O poder corrompe

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Mangabeira Unger — um intelectual de esquerda com alguma inteligência (se isto não for um oximoro) — foi convidado para o cargo de Secretaria de Ações a Longo Prazo, que tem status de Ministério. Em 2005 Unger publicou no Estado de S. Paulo um texto em que pedia a cabeça de Lula.

Tão logo aceitou o convite, Mangabeira Unger retirou o tal texto de seu site pessoal. O senador Marcelo Crivella, do PRB ao qual Unger se filiou para preencher o cargo, adiantou-se em explicações: “Mangabeira, como grande parcela da população brasileira, mudou de idéia e concluiu que o presidente não teve nada a ver com a crise”.

Ok, faz sentido, mudar de idéia não é proibido. Mas é muita coincidência ele ter mudado de idéia logo depois de ser convidado para participar da festa, não?

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