
Perdoa, mestre, eles não sabem o que fazem.
Aqui, enquanto escrevo em meu computador, Jean Sibelius, Sinfonia nº1 em mi menor, opus 39.
Lá fora, parecendo que é aqui dentro, Suco de Pimenta, Em Rítmo [sic] de Arrocha.
Chamo a polícia?
( ) Sim
( ) Não

Costumo dizer, em tom de brincadeira, que existem três carreiras em que o pacto com o tinhoso é comum: advocacia, jornalismo e publicidade. Elas não são ruins em si; há bons profissionais em todas as áreas e essas três não são diferentes. Elas não são ruins nas essências, mas nos pressupostos. Elas não são a causa de nada, são sintomas. Mas todo sintoma deixa no ar aquela dúvida comum: pode-se dizer que a pessoa continua doente se os sintomas desapareceram?
Lembro ao leitor que reconheço o valor dos profissionais dessas três áreas. Há nelas bons profissionais e maus profissionais; picaretas e homens justos; crápulas e santos. Que a carapuça seja usada apenas por aqueles a quem ela servir. Leia na íntegra >>
Alguns leitores deste site não sabem que eu costuma publicar escritos num blog chamado Insular. Há cerca de dois anos eu percebi que os assuntos particulares de minha cidade poderiam não interessar aos leitores deste site, e vice-versa. Daí criei o Insular e o Gropius tomou a forma que tem hoje. Se aqui os assuntos são diversos, lá limito-me aos assuntos que têm relação com a cidade em que vivo — o que naturalmente nunca implicou limites severos.
Com freqüência convido os três leitores do Insular a visitar este site. Hoje inverto o convite.
Os textos do Insular continuam pertencendo a uma realidade muito específica, mas este post, que é um apelo, não. Não pretendo que os leitores do Gropius atendam ao apelo — como gostaria que os leitores do Insular fizessem —; convido-os a ir até lá e ler o que escrevi como uma sugestão de que vocês façam o mesmo em seus respectivos bairros ou cidades.
Tive a idéia há algumas semanas. A certeza de que seria adequado propagá-la veio com a seguinte frase:
Sugiro fortemente a leitura atenta e repetida da entrevista de Bruno Tolentino à revista Veja — como sugeri recentemente. Se houver alguma dúvida quanto ao teor do que escrevi no Insular, talvez elas se dissipem com essa leitura.
A todos, muito obrigado.

Você consegue juntar advogado, astronauta e fralda numa única frase? Pois é, o G1 conseguiu:
Advogado de ex-astronauta declara: ela não usou fraldas
Quer mais?
‘Mickey Mouse palestino’ é morto na TV
Ok, parei.

O Brasil perde um de seus maiores poetas e pensadores.
Aqui, algumas de suas obras. Aqui, a entrevista à Veja. Para que nunca haja dúvidas de que foi uma enorme perda.
Que fique em paz e com Deus.

Wubi is an unofficial Ubuntu installer for Windows users that will bring you into the Linux world with a single click. Wubi allows you to install and uninstall Ubuntu as any other application. If you heard about Linux and Ubuntu, if you wanted to try them but you were afraid, this is for you.
Se você é como eu, que ainda depende do Windows, porque usa programas que ainda não têm alternativas para o Linux, talvez o Wubi seja o que faltava para você se juntar à tchurma do opensource.
É um Linux para preguiçosos. Ele funciona como qualquer programa do Windows. Você pode instalá-lo e desinstalá-lo, sem se preocupar com partições e outras coisas que costumam ser complexas demais para quem não sabe fazer muita coisa além de navegar na internet e escrever no Notepad.
O Wubi baseia-se na versão 7 do Ubuntu, que não deve nada ao Windows Vista. Como você pode notar pela imagem acima, há inclusive aquela frescura do desktop 3D. Coisas mais úteis e interessantes estão disponíveis também, como um pacote Office e todos os programas básicos para ser alguém na internet ou fora dela, além, é claro, dos recursos típicos do Linux.
Depois, se você gostou do Wubi, pode baixar o Ubuntu e instalá-lo em sua máquina. Se não gostou, basta desinstalá-lo como qualquer programa do Windows.
Se suas expectativas são menores ainda, você pode simplesmente deixar seu Windows com a cara do Ubuntu (ou de um Linux baseado em Gnome). Para isso, basta baixar o programa UbuntuXP e acompanhar as dicas publicadas neste forum. A imagem acima (clicável) dá uma idéia do que é um Windows “gnomizado”.

junho 30, 2007
