Ilhabela, como tantas cidades turísticas brasileiras, vive sob a influência de três forças distintas: a sociedade civil, interessada em preservá-la; empresários e profissionais da construção civil, interessados em aproveitar o potencial do lugar; e os turistas, interessados em usufruir de praias e cachoeiras e, ao mesmo tempo, da rede de lojas, hotéis e restaurantes. Logicamente têm sido forças inconciliáveis até o momento. Este artigo faz uma reflexão sobre a segunda “força”: o trabalho e os interesses de arquitetos e engenheiros em Ilhabela. Embora tome como base esta cidade do litoral norte paulista, ele se refere a idéias que podem valer para diversas cidades turísticas e litorâneas, visto que quase todo o litoral brasileiro vive hoje numa situação parecida com a de Ilhabela.

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