
Há grupos, escolas e universidades inteiras que se atrevem a viver por algo que não existe senão nas cabeças de pessoas que nunca saíram desses ambientes. Talvez isso seja bom para artistas — pessoas a quem o compromisso com a realidade não traz muitos benefícios —, mas não é de artistas que eu estou falando.

Michael Hedges era um cara muito esquisito. Perguntado sobre o tipo de música que ele fazia, ele costumava responder “heavy mental” — nada mais apropriado para classificar sua obra e sua vida, prematuramente interrompida num acidente de carro, em 1997. Leia na íntegra >>

Versão original aqui.
Os japoneses têm mais saúde e menos problemas com obesidade porque comem em owan (tigelas), que são levadas à boca e por isso ajudam o alinhamento da coluna. O fato de não curvarem o corpo durante a refeição permite melhor deglutição e digestão. A comida desce confortavelmente pelo esôfago e chega com naturalidade ao estômago, que, quando a postura é correta, consegue funcionar melhor. O alimento é melhor aproveitado, ele satisfaz sem pesar no organismo e por isso a pessoa come menos. Leia na íntegra >>

A Carta do Chefe Seattle — claro que você a conhece — é apócrifa.
Does it really make any difference today whether the oration in question actually originated with Chief Seattle in 1855 or with Dr. Smith in 1887? Of course it matters, because this memorable statement loses its moral force and validity if it is the literary creation of a frontier physician rather than the thinking of an articulate and wise Indian leader. Noble thoughts based on a lie lose their nobility. The dubious and murky origins of Chief Seattle’s alleged “Unanswered Challenge” renders it useless as supporting evidence. The historical record suggests that the compliant and passive individual named Seattle is not recognizable in the image of the defiant and angry man whose words reverberate in our time.
Por caridade, observem a data do artigo: 1985. Mais de vinte anos depois continuamos a render loas a uma lorota. Eu já fiz isso; não faço mais.

O livro definitivo foi escrito há quase dois mil anos. Toda a sabedoria necessária à vida está contida na Bíblia. Isto, no entanto, seria um pouco injusto com os livros que foram escritos depois. Muitos ecoam a sabedoria universal contida na Bíblia e em muitos outros livros, de diversas tradições. É o caso do “A Arte da Prudência”. Escrito em meados do séc. XVII pelo padre jesuíta espanhol Baltasar Gracián, “A Arte da Prudência” pode ser visto como um manual de sabedoria mundana. Embora tenha sido inspirado na vida nas cortes espanholas, trata-se de um livro atual, atemporal e realista. Gracián escreveu um guia para sábios, um livro que fala do espírito e das relações humanas em todos os tempos. Leia na íntegra >>

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outubro 30, 2007